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Michael é marketing.

  • Foto do escritor: StorLabs Omni Marketing
    StorLabs Omni Marketing
  • 18 de mai.
  • 2 min de leitura

Ele teve que aprender a ser. Imagine ser o filho de uma família pobre, num bairro pobre, com destino já escrito por seus pais: ele teria uma vida medíocre, com emprego ruim, trabalhando até a velhice. Jackson não aceitava isso e fez de tudo para mudar essa realidade.


Ele treinou, ele pensou em figurinos, danças, voz. Ele não via limites, não ligava para horário, não ligava para feriados, para o sono, para alimentação, para a vida social ou familiar e queria sucesso a todo custo, e não importava o que tivesse que fazer, até que conseguiu.


Bonita história de superação de um astro? Não, eu tava falando do Sr. Jackson, que usou seus filhos como mão de obra para seu plano de ficar rico e nunca mais voltar para o trabalho pesado que herdou dos seus pais. Não parece mais tão poético, né?


O marketing faz isso, ajuda a gente a contar a mesma história de mil maneiras. O fato é que Michael Jackson se tornou o Rei do Pop num mundo sem redes sociais, sem TikTok, sem apoio, jovem, pobre, negro, filho de um pai manipulador e ambicioso, sem tempo de ser uma criança normal.


No filme, vemos ele lutando para ter a vida de volta, escolher as roupas, os estilos. Ele não tocava instrumentos, não sabia, então aprendeu a imitar eles para compor suas músicas. Ele não sabia falar muito bem, então aprendeu a cantar suas críticas. Ele sabia que um cantor talentoso que dança e escreve não seria novidade, então aprendeu a gritar.


No meio da multidão de gente talentosa e competente, ele apareceu: luva brilhante, farda militar, óculos aviador, cabelos voando, passos que ninguém nunca tinha visto, balé, break, artes marciais, teatro, tudo ao som de música pop, com rock, rap, disco, um caos genial que era impossível de ser ignorado. A coroa é pesada.


Cada show do Michael era feito pra ser inesquecível, cada música era feita para chocar, encantar, provocar, inspirar, seduzir, emoções básicas que geram familiaridade, com músicas que foram feitas para cantar com a plateia.


Michael Jackson era marketing em essência. Será que não é isso que te falta? Porque eu sei que você trabalha bem, quem te contrata te indica, você é um profissional sensacional, mas está no meio de mais um monte de gente sensacional. Vivemos numa época em que ser o melhor já não faz tanta diferença. Louco, né?


Você precisa ser o 5º Jackson. Sim, porque os irmãos do Michael eram cantores, bons cantores, bons dançarinos, excelentes com ele. Porém, o 5º dos Jackson Five tinha algo a mais: ele sabia fazer e viver o marketing. Esse pode ser o seu caso agora. Começa, ele também não fez da noite para o dia, mas ele sabia o que queria e foi atrás. Eu posso te ajudar com o marketing, mas preciso de você no palco. E aí, você tem a coragem dele?

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